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Hoje estou indo sozinha para São Paulo, indo visitar meu irmão que esta hospitalizado há quase 60 dias.

Nesta viagem comprei uma RevistaCláudia do mês passado com histórias de Mulheres que lutam pelo por fazer suas vozez serem ouvidas.
Em um determinado momento da leitura fiquei tão emocionada que comecei a chorar… como a violência é velada? Como não damos a devida importancia a temas tão relevantes e que podem salvar vidas?
Violência sexual, #assedio#pedofilia,#feminicídio … acontecem diariamente, rotineiramente e não sabemos o que fazer para ajudar, para evitar… Eu, como mãe de mulher e de homens penso que tenho o dever de auxiliar na #educação de pessoas que entendam a igualdade de gênero e que não repitam um comportamento tão automático da sociedade que me parece mais uma sentença.
Ler sobre histórias de #mulheres que passaram por tantas violencias … me fez refletir sobre as violências que já sofri por ser mulher. Quem não? Uma cantada, um comentário absurdo, um abuso do seu chefe, um namoradinho que não respeita seu limite … a agressão acontece com todas, mas não paramos para pensar nisso, tocamos a vida sem pensar que amanhã nossas filhas passarão por isso, nossas irmãs mais novas. Eu não quero!
Este vai ser um novo tema que vou aprofundar. Vou agir, descobrir o que posso fazer pela causa! . .
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Podem me chamar de feminista, eu sou feminista (do meu jeito), e agora serei mais ativa no tema com todos ao meu redor, por mim, pelos meus filhos, pelas minhas irmãs e também por todas aquelas meninas e mulheres que sofrem direta ou indiretamente com essa violência, as vezes velada, outras vezes descarada.

Feminismo, etc e tal.